sábado, 4 de abril de 2009

Ai que saudade de você,


Que medo desconcertante de talvez não te conhecer. Teu carinho e tua proteção, teus livros e animais de estimação. Tua realidade me faz bem e deixa o Coringa a pensar que aí deveras é um bom lugar pra descansar.
Ai que saudades do meu novo bem querido, que tanto diz me amar. Sentimento esse que desconheço em respeito a um coração cansado de tentar.
Quero ser uma pessoa boa e colorir meu mundo pra te receber. Lutei pra sair do mais frio inverno, vivi em um outono que realizei ser eterno e agora descubroa primavera depois de um simples sol a raiar.
Minha estrela, minha amiga, que mesmo depois de tormentas não se cansa de acordar. Meu sol corajoso me guia e me protejes de chorar.
Tertúlias estéreis de fim nunca tedioso. Me abraça, me beija hoje a noite esse meu corpo preguiçoso.
As estações estão invertidas e a caixa treme com frio. Eu acordei e vivo o mais quente verão porque tu preenches meu vazio.
Quero ser apenas suficiente, cansei de viver tão descrente, pois o Coringa sabe que isso pode funcionar.... calma, pois logo é hora, ahhhhh como é bom se apaixonar.
Me busca e fica comigo hoje. Meu universo criativo se expande quando estou com você.
O discurso se amplia, o conteúdo se modifica e o Coringa curioso já sabe que é impossível não te querer.